Todos estamos morrendo. Alguns mais rápido que outros, Alguns tem uma previsão do tempo, Outros não sabem a hora. Mas todos estamos morrendo. Não curamos o corpo, Remédios não curam o corpo, Tratamentos não curam o corpo, Apenas prolongam a vida. Apenas, evitam a morte repentina Por isso Viva! Cada instrante viva! Cada minuto viva! Olhe para sua família e viva! Olhe para o pôr do sol e viva! Aprecie ás coisas bobas, Aprecie o que poucos olhos enxergarão. Aprecie o que apenas os tolos podem enxergar, Pois os que se dizem espertos, correm atrás do nada. E o tolo está em sua plenitude. Sorrie, chore, grite, ame, transborde suas emoções. Se arrependa, tente de novo e de novo. Mas faça, faça hoje, não amanhã, não depois Faça agora, a vida é agora. Faça hoje, pois amanhã, não se sabe...
Vamos comemorar, tragam as bebidas e as comidas, o vinho e a cerveja; Não pode esquecer de trazer um bolo de sobremesa. Tragam tudo e tragam o whisky para acompanhar nossa tristeza. Vamos lá festejar! Continuar fingindo que está tudo uma beleza! Vamos lá, comemorar nossa decadência, nossa falta de consciência e a perda da nossa inocência. Vamos comemorar, pois é o que nos falta fazer; Comemorar a fome, a morte, a vida e a desilusão, Comemorar que a maldade é um trem que se enche a cada estação. Afinal, independente da tragédia, o mundo só continua. O amanhã ainda será amanhã, mesmo que haja outra guerra; Não somos meros mortais habitando essa terra? Vamos comemorar, pois é o que nos resta. E quando acabar a festa, mesmo com toda a dor, temor, ódio e rancor. Vamos comemorar mais uma vez, porque até no meio do lixo, pode brotar uma flor.
Aqui estou novamente, nas mesmas linhas em que transbordo sentimentos. Sentimentos escondidos e ressuscitados. Encaixando palavras em linhas e versos. Muitas vezes nem sei como começo. Buscando de inspiração a melodia que habita em minha alma. Invejando aqueles que com tanta destreza escrevem suas poesias com clareza. Sonetos, canções sem melodia. Apenas o ressoar desses versos Podem despertar sentimentos da alma mais sombria. Quem dera pudesse ter tal talento. Posso até escrever com sentimento Mas serei apenas uma penumbra em meio a tal compositor Onde cada verso ressoa seu amor; sua obra em forma da arte mais pura. Posso usar palavras floreadas; Posso escrever de forma cantada No entanto, serei apenas aquela poeta. Aquela da rima do amor com dor. Aquela que escreve por hobbie. Embora nunca seja nobre; São meras palavras de um coração sonhador. Não procuro riqueza ou grandeza Minhas mãos não possuem tal proeza. Daqueles versos passados de geração a geração. Jamais serei lembrada por e...
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